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| TESTE DE FOGO, COM DOURADOS |
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Hoje foi um dia especial, tanto para o Parceiro Juliano quanto para nós, que o acompanhamos na viagem inaugural de sua Lancha 22 pés.O fato do Mar não estar dos melhores foi muito importante para nosso principal objetivo nesta saída: colocar o conjunto barco/motor sob teste, operando eventualmente no limite. Assim, foi possível verificar a fundo alguns aspectos que um “mar de almirante” não traria à tona, como navegabilidade em condições adversas, consumo em regime alternado de velocidades, banho ou não-banho nos navegantes, conforto, desempenho do motor, comportamento do toldo ao vento, etc.Como se trata de mais uma boa opção para pesca, nada mais justo do que ficar atento aos detalhes desta área: disposição dos porta-varas, espaço de manuseio do peixe, caixa de peixes, compartimentos para a tralha pessoal, além da disposição dos assentos para quatro passageiros mais o Capitão Diante desse elenco de pontos de verificação, concluímos que a Lancha tem um lay-out bem resolvido, com motorização suficiente para deslocar o conjunto com tranqüilidade, não temendo cara feia do mar. Na comparação direta com o Bote PAI HERÓI III, apresenta a opção do toldo escamoteavel, silencioso motor de 150 HP que triplica a velocidade de cruzeiro, tem baixo calado, oferece boa altura dos guarda-mancebos para arremesso de iscas artificiais com segurança e dispõe de variados equipamentos de navegação. A relação custo/benefício é evidente, pois se pesca muito mais, com menos tempo desperdiçado. A pesca: Se não era o dia ideal para a busca de Dourados, também não deu para se queixar pelo pouco tempo aplicado à atividade. Depois da primeira hora de navegação, foram instaladas quatro linhas de corrico, com Lulas artificiais. Na segunda volta bateu um trio de Dourados que espantou qualquer indício de sono que algum pescador tivesse, pois o “despertador” das Carretilhas falou mais alto. Com 100% de aproveitamento, testamos também a caixa de peixes que fica no piso da proa. Mais algumas voltas e o quarto pescador - até então simples testemunha - brilhou com um exemplar maior ainda, a ponto do rabo deste ficar para fora da caixa de 1 metro, recomendando a aplicação do artifício de entortar o peixe. Com aquela água linda, numa temperatura considerada ideal para a espécie, exigimos da Lancha mais um pouco de paciência para “a saideira”. Não demorou muito e o “pai de todos” entrou na linha, sem chances para o compartimento de pescado, naquela altura já pequeno para o “vice-poderoso” da rodada anterior. A volta: Aproveitamos a volta, com o Vento Nordeste bem definido e a favor, para dar uma esticadinha até a Ilha do Xavier, onde aquele barco atuneiro naufragou. Clicamos algumas fotos e retornamos para a Barra da Lagoa, felizes com este meio-dia de boas experiências e de fortalecimento das amizades. As fotos: Estão disponíveis no site www.paiheroipescaesportiva.com |

